Hoje, em quase todo concerto de rock "heavy-metal"
o público é estimulado a praticar estupros e
assassinatos em nome de Satanás. Letras como esta são
bem típicas:
"Viemos
para tomar seus corpos,
Para estuprar suas almas indefesas,
Para transformá-los em criaturas
Sem misericórdia e frias.
Nós os forçaremos a matarem seus irmãos,
A beberem o sangue e a comerem os miolos,
A retalharem a carne e a chuparem os ossos
Até que todos fiquem insanos.
Somos pestilentos e contaminamos.
As legiões de demônios do mundo prevalecem."
"Demons" [Demônios], de Rigor Mortis
Qualquer pai ficaria horrorizado e chocado ao saber que seus
filhos e filhas estão ouvindo uma música dessas.
Pode ser que alguns deles pensem consigo mesmos, "Se
pudéssemos voltar aos velhos tempos, com a música
dos Beatles". As pessoas não imaginam que foi
com a aparentemente inocente música dos Beatles, que
a maior parte do problema começou.
A
música Rock eletrônica moderna, inaugurada no
início dos anos 60, é, e sempre foi, um empreendimento
conjunto da inteligência militar britânica e das
seitas satânicas. De um lado, os satanistas controlam
os principais grupos de música Rock por meio das drogas,
do sexo, das ameaças de violência, e até
do assassinato. Do outro lado, a publicidade, os tours, e
as gravações são financiadas por empresas
conectadas com os círculos de inteligência militar
britânicos. Ambos os lados estão intimamente
interconectados com o maior negócio do mundo, o tráfico
internacional de drogas.
Os
assim chamados "astros do Rock" são na verdade
marionetes patéticos presos em um esquema muito maior.
No momento em que recebem as primeiras verbas de direitos
autorais, os grupos já estão profundamente imersos
nas drogas. Por exemplo, "astros" muito admirados,
como John Lennon, dos Beatles, e Keith Richards, do The Rolling
Stones, eram viciados em heroína. Richards precisou
fazer uma transfusão e substituir todo seu sangue contaminado
para conseguir passar em um exame e obter seu visto para ir
aos Estados Unidos. [Tony Sanchez, Up and Down with the Rolling
Stones, pg 319]
Os
"astros do Rock" são também criações
totalmente artificiais da mídia. Sua imagem pública,
bem como sua música, é fabricada atrás
dos bastidores pelos controladores do esquema. Por exemplo,
quando os Beatles foram aos EUA pela primeira vez em 1964,
foram recebidos no aeroporto por centenas de adolescentes
histéricas. A imprensa nacional imediatamente anunciou
que a "Beetlemania" tinha conquistado os Estados
Unidos. No entanto, os promotores dos Beatles tinham transportado
as adolescentes de uma escola de meninas no bairro do Bronx,
em Nova York. Elas foram contratadas para recepcionar os Beatles
com gritos e delírios.
O
dinheiro dos grupos de Rock dos anos 60, que em alguns casos
chegava a centenas de milhões de dólares, também
estava sob o controle dos promotores conectados com as multidões.
De 1963 a 1970, os The Rolling Stones ganharam mais de 200
milhões de dólares, porém os membros
do grupo estavam à beira da falência. Nenhum
deles tinha a menor idéia de para onde ia o dinheiro.
Entre
1963 e 1964 o Beatles e os Rolling Stones tomaram a cultura
ocidental. Essa invasão iniciada a partir da Inglaterra
foi bem planejada e executada no momento certo. Os EUA tinham
acabado de sofrer com o choque do assassinato do Presidente
John Kennedy, enquanto que nas ruas o movimento de massa pelos
direitos da cidadania tinha feito uma grande passeata na capital
Washington, liderada por Martin Luther King, com 500.000 pessoas.
A contracultura do Rock seria usada como uma arma para destruir
esses movimentos políticos.
Posteriormente,
em 1968 e 1969, anos em que ocorreram as greves de estudantes
e trabalhadores nos EUA e na Europa, grandes concertos de
Rock ao ar livre foram usados para conter o crescente descontentamento
da população. Os concertos de Rock foram planejados
como um meio de fazer aliciamento em massa para a contracultura
saturada das drogas e do sexo sem compromisso. Para os milhões
que iam a esses concertos, milhares de comprimidos da droga
alucinógena LSD, estavam gratuitamente disponíveis.
Essas drogas eram secretamente colocadas em refrigerantes
como Coca-Cola, tornando milhares de vítimas incautas
em psicóticos selvagens. Muitas dessas vítimas
cometeram o suicídio.
Menos
de meio século atrás, nossas filhos estudavam
violino e piano, aprendendo a música dos grandes compositores
eruditos, como Bach, Mozart e Beethoven. Como mostraremos,
as mesmas companhias de discos que hoje promovem o Rock "pauleira"
satânico executaram operações secretas
para destruir a herança musical dos grandes compositores
clássicos.
Nos
últimos trinta anos, a civilização ocidental
esteve sob a mira de um plano deliberado de guerra cultural,
com o propósito de eliminar a herança cultural
judaico-cristã. O sucesso desse plano precisa ser impedido.
Para que o leitor possa combater melhor esse mal, voltaremos
em mais de trinta anos no tempo, quando aqueles quatro rapazes
ingleses inocentes de Liverpool, os Beatles, estavam começando.
A
Criação dos Beatles
Os Beatles começaram a se apresentar no final dos anos
50 em clubes de jazz na Inglaterra e na Alemanha Ocidental.
Esses clubes, sempre localizados na parte mais degradada das
cidades, serviam como pontos de prostituição
e de circulação de drogas. Phillip Norman, biógrafo
dos Beatles, escreve: "O único compromisso regular
que eles tinham eram em um clube onde havia dançarinas
seminuas. O dono do clube pagava dez shillings a cada um deles
para tocar seus violões enquanto uma dançarina
chamada Janice tirava lentamente suas roupas diante de um
público formado por marinheiros, alguns executivos
e habitués envergonhados que deixavam suas capas de
frio no colo. [Phillip Norman, "Shou! The Beatles in
Their Generation", pg 81]
Os
Beatles tiveram seu primeiro sucesso na Alemanha, em agosto
de 1960, quando fizeram uma apresentação em
um clube de jazz no famoso bairro Reeperbahn, em Hamburgo.
Descrevendo a área, Norman diz que ela tinha "janelas
iluminadas com luz vermelha, onde prostitutas com todos os
tipos de roupas extravagantes, de todas as idades, de ninfetas
a velhotas... Tudo era livre; tudo era fácil; o sexo
era fácil... ele vinha até você."
[Phillip Norman, ibidem, pg 91]
Longe
da figura de inocência, os Beatles, mesmo em suas primeiras
apresentações, estavam sempre sob o efeito de
uma droga chamada Preludin, "John Lennon soltava espuma
pela boca, pois tinha tomado muitos comprimidos... ele começou
a ter um comportamento estranho no palco, dando saltos e deitando-se
no chão... O fato de o público alemão
não conseguir entender nada do que ele cantava, fazia
John Lennon gritar 'Seig Heil!' e 'seus nazistas f******',
ao que o público invariavelmente respondia rindo ou
batendo palmas." [Phillip Normal, ibidem, pg 152, 91]
Fora
dos palcos, os Beatles também eram perversos. Norman
continua, "durante o tempo em que passaram em Hamburgo,
todos os domingos, John Lennon ficava em um lugar alto, zombando
das pessoas que dirigiam-se à igreja de São
José. Ele amarrou um preservativo cheio de água
em uma escultura de Jesus Cristo e fixou-a à vista
das pessoas que iam à igreja. Certa vez ele urinou
sobre a cabeça de três freiras que caminhavam
na rua embaixo. [Norman, ibidem pg. 152]
Enquanto
estavam em Hamburgo, em 1962, os Beatles receberam um telegrama
de seu empresário, um indivíduo homossexual
chamado Brian Epstein, que estava na Inglaterra. "Parabéns.
A EMI quer fazer uma sessão de gravação
com vocês", dizia a mensagem. A EMI era uma das
maiores gravadoras da Europa e seu papel na promoção
dos Beatles seria fundamental no futuro.
Sob
a rigorosa supervisão de George Martin, o diretor de
gravação da EMI, e de Brian Epstein, os Beatles
foram banhados, escovados, vestidos, e seu cabelo estilizado
no "corte dos Beatles". O diretor da EMI, Gerge
Martin, foi quem criou os Beatles em seu estúdio de
gravação.
Martin
era um músico de formação clássica,
e tinha estudado oboé e piano na Escola de Música
de Londres. Os Beatles não sabiam ler partitura nem
tocar nenhum outro instrumento, exceto o violão. Para
Martin, a musicalidade dos Beatles era uma piada de mau gosto.
Na primeira gravação deles, "Love Me Do",
Martin substituiu Ringo na bateria por um músico contratado
pelo estúdio, pois achava que Ringo "não
tinha capacidade nem para tocar tambor na selva". Daquele
momento em diante, Martin transformaria as músicas
simples e pobres dos Beatles em grandes sucessos de gravação.
Lockwood
e EMI
A EMI [Electrical and Mechanical Instruments], presidida pelo
aristocrata Sir Joseph Lockwood, é uma das principais
fabricantes de eletrônica militar da Grã-Bretanha.
Martin era diretor da subsidiária da EMI, a Parlophone.
Em meados dos anos 60, agora chamada Thorn EMI, criou uma
divisão de música que tinha crescido para 73.321
funcionários e tinha vendas anuais de mais de 3 bilhões
de dólares.
A
EMI era também um membro fundamental no círculo
da inteligência militar britânica.
Após
o fim da guerra, em 1945, a produção européia
da EMI, presidida por Walter Legge virtualmente dominou as
gravações de música clássica,
firmando contratos com dezenas de músicos clássicos
e cantores líricos alemães, que naquela época
estavam passando fome. Os músicos que procuravam preservar
a tradição das apresentações da
música de Beethoven e de Brahms eram relegados ao esquecimento
enquanto que os ex-membros do Partido Nazista foram promovidos.
Legge assinou um contrato de gravações com o
Hebert Von Karajan, promovendo-o ao status de astro, enquanto
grandes maestros, como Wilhelm Furtwangler foram ignorados.
Desde
o início, a EMI criou o mito da grande popularidade
dos Beatles. Em agosto de 1963, na primeira importante apresentação
que fizeram na televisão, no London Palladium, milhares
de fãs supostamente compareceram. No dia seguinte,
todo jornal de grande circulação na Grã-Bretanha
tinha uma chamada na primeira página com uma foto dizendo,
"Polícia esforça-se para conter a agitação
de 1.000 adolescentes" No entanto, a foto exibida nos
jornais foi recortada e somente três ou quatro das 'adolescentes
agitadas' apareciam. A história era uma fraude. De
acordo com um fotógrafo que estava no local, "Não
houve agitação alguma. Eu estava lá e
vi. Eram oito garotas, talvez menos." [Norman, ibidem,
pg 188]
Em
fevereiro de 1964, os mito dos Beatles chegou aos EUA, completo
com a histeria orquestrada no aeroporto Kennedy de Nova York,
mencionada anteriormente. Para iniciar o primeiro tour, a
mídia criou uma das maiores audiências de massa
na história. Por dois domingos consecutivos, um fato
até então inédito, no programa Ed Sullivan
Show, mais de 75 milhões de americanos assistiram os
Beatles balançando suas cabeças e corpos em
um ritual que logo seria imitado por centenas de outros grupos
de Rock.
Ao
retornarem para a Inglaterra, os Beatles foram recompensados
pela aristocracia britânica, à qual serviam tão
bem. Em outubro de 1965, os quatro foram agraciados com a
Ordem da Cavalaria, e receberam da Rainha Elizabeth II a distinção
de Membros do Império Britânico no Palácio
de Buckingham.
Saindo
do Pó: Os Rolling Stones
O
crédito pela origem do Rock claramente satânico
dos grupos "heavy metal" atuais pode ser atribuído
ao grupo inglês The Rolling Stones. A ascensão
deles à fama estava conectada com a dos Beatles.
Os
Stones, como são chamados, eram abertamente caracterizados
como contrapeso dos Beatles. "Os Stones eram 'egoístas',
'sujos' e 'rebeldes', enquanto que os Beatles tinham [inicialmente]
o aspecto de serem bem comportados. Embora aparentemente fossem
concorrentes, na verdade eram simplesmente dois lados da mesma
operação. A primeira gravação
de sucesso dos Stones foi na verdade composta pelos Beatles,
e foi George Harrison quem cuidou de todos os detalhes para
o primeiro contrato de gravação dos Stones.
Seguindo
o mesmo plano de jogo que os Beatles, na primavera de 1963,
os Rolling Stones apareceram em um dos programas familiares
mais populares na televisão da Inglaterra, Thank You
Lucky Stars [Obrigado, Estrelas da Sorte]. Desta vez, porém,
a reação dos telespectadores de meia-idade foi
bem diferente da que os Beatles provocou. Centenas de cartas
furiosas foram enviadas à emissora. Uma carta típica
dizia assim: "É uma desgraça que rapazes
grosseiros e de cabelos compridos como esses possam aparecer
na televisão. A aparência deles é repulsiva."
No
entanto, o programa teve exatamente o efeito planejado. O
empresário dos Rolling Stones, Andrew Oldham, ficou
entusiasmado com a resposta do público. "Vamos
fazer de vocês exatamente o oposto daqueles limpos e
engomados Beatles. Quanto mais os pais detestarem vocês,
mais os filhos os amarão. Apenas esperem e vejam."
[Tony Sanchez, ibidem, pg 17]
Em
1964, os Rolling Stones apareceram no programa Ed Sullivan
Show, exatamente como os Beatles tinham feito anteriormente.
Desta vez, porém, a audiência de todo o país
viu o estúdio de televisão ser colocado abaixo
pelos fãs dos Stones. Após o incidente, Sullivan
disse no ar: "Prometo uma coisa a vocês, eles nunca
mais voltarão a este programa". A publicidade,
porém, foi exatamente a desejada. Dentro de alguns
meses, os discos do grupo estavam vendendo milhões
de cópias.
O
plano era agora usar os Beatles e os Rolling Stones como os
meios de transformar toda uma geração em seguidores
pagãos da Nova Era, seguidores que poderiam ser moldados
na futura liderança de um movimento satânico
e depois ocupar nossas escolas, a justiça, a polícia
e a liderança política.
Satanás
Entra em Cena
Em
seu livro, The Ultimate Evil, o investigador e autor Maury
Terry escreve que, entre 1966 e 1967, a seita satânica
The Process Church [Igreja do Processo], "procurou aliciar
os Rolling Stones e os Beatles". Durante esse período,
Terry informa que uma foto da namorada de Mick Jagger, o líder
da banda The Rolling Stones, Marianne Faithfull, apareceu
em uma edição da revista publicada pela seita,
The Process Magazine. A foto mostrava-a deitada de frente
segurando uma rosa, como se estivesse morta. O livro de Terry
implica a seita Igreja do Processo nos múltiplos assassinatos
perpetrados por Charles Manson e o Filho de Sam. Foi o ex-advogado
da Igreja do Processo, John Markham, quem recentemente moveu
a acusação contra Lyndon LaRouche.
Um
elo-chave entre os Rolling Stones e a Igreja do Processo foi
Kenneth Anger, um seguidor do "pai fundador" do
satanismo moderno, Aleister Crowley. Anger, que nasceu em
1930 e foi um ator-mirim em Hollywood na infância, tornou-se
um discípulo devoto de Crowley.
Crowley
nasceu em 1875 e era chamado de "A Grande Besta".
Sabe-se que, em seu papel de sumo-sacerdote, ou "mago"
de Satanás, ele praticava o sacrifício ritual
de crianças regularmente. Crowley morreu em 1947 devido
às complicações causadas pela dependência
à heroína. Antes de morrer, estabeleceu conciliábulos
satânicos em muitas cidades norte-americanas, incluindo
Hollywood. Anger, como Crowley, é um mago, e parece
ser o herdeiro dele.
Anger
tinha dezessete anos quando Crowley morreu. Naquele mesmo
ano, 1947, Anger já estava produzindo e dirigindo filmes
que, mesmo para os padrões de hoje, são cheios
de pura perversidade.
Durante
1966-67, quando sabe-se que a Igreja do Processo estava aliciando
em Londres, Anger também estava na cena. O autor Tony
Sanchez descreve que Mick Jagger e Keith Richards, da banda
The Rolling Stones, e suas namoradas Marianne Faithfull e
Anita Pallenburg, "ouviam encantados Anger apresentar-lhes
os poderes e as idéias de Aleister Crowley." [Tony
Sanchez, ibidem, pg 155]
Enquanto
esteve na Inglaterra, Anger trabalhou em um filme dedicado
a Aleister Crowley, chamado Lucifer Rising ['A Revolta de
Lúcifer', ou 'A Ascensão de Lúcifer'].
O filme juntava a Igreja do Processo, a seita 'A Família',
de Manson, e os Rolling Stones. A música para o filme
foi composta por Mick Jagger. Marianne Faithfull, seguidora
da Igreja do Processo viajou até o Egito somente para
participar na filmagem das cenas de uma Missa Negra. O papel
de Lúcifer foi representado por um guitarrista de um
grupo de Rock da Califórnia, Bobby Beausoleil. Ele
era membro da seita 'A Família' e amante homossexual
de Anger.
Alguns
meses após filmar sob a direção de Anger
na Inglaterra, Beausoleil retornou à Califórnia
para cometer o primeiro de uma série de assassinatos
cruéis da Família. Beausoleil mais tarde foi
preso e agora está cumprindo pena de prisão
perpétua juntamente com Manson. Tendo perdido seu ator
mais importante, Anger então pediu a Mick Jagger que
representasse o papel de Lúcifer. Ele acabou ficando
com Anton LaVey, autor de A Bíblia Satânica e
líder da Primeira Igreja de Satanás, para representar
o papel. O filme foi lançado em 1969 com o título
Invocation to My Demon Brother [Invocação ao
Meu Demônio-Irmão].
Em
Londres, Anger tinha conseguido aliciar para o satanismo a
namorada de um dos Rolling Stones, Anita Pallenberg. Pallenberg
tinha conhecido os Stones em 1965. Ela começou imediatamente
a manter um relacionamento sexual com três dos cinco
membros da banda.
Anger,
falando sobre Anita, disse, "Creio que Anita é,
por falta de uma palavra melhor, uma feiticeira... A unidade
ocultista dentro dos Stones é Keith e Anita... e Brian.
Brian também é um feiticeiro."
Um
dos amigos do grupo, Tony Sanchez, escreve sobre Pallenberg
em seu livro, Up and Down with the Rolling Stones, "Ela
era obsecada por magia negra e começou a carregar uma
réstia de alho consigo por toda a parte - era para
afugentar os vampiros. Também tinha um estranho e misteriosos
misturador para água benta que usava em alguns de seus
rituais. Suas cerimônias tornaram-se cada vez mais secretas,
e ela me advertia para nunca interrompê-la quando estivesse
trabalhando em um encantamento." [Tony Sanchez, ibidem,
pg 159]
Ele
continua, "No seu quarto, ela tinha um grande baú
todo ornado e entalhado do qual tinha tanto ciúmes
que assumi que era onde escondia as drogas. Certo dia, quando
fiquei sozinho em casa, decidi dar uma olhada no quarto dela.
As gavetas estavam cheias de pedaços de ossos, peles
enrugadas e pêlo de animais estranhos." [Tony Sanchez,
ibidem pg 159]
Em
1980, o caseiro de dezessete anos da propriedade de Keith
Richards na Nova Inglaterra foi encontrado morto. A morte,
dada como suicídio, foi com a arma de Pallenberg. A
casa de Richards estava localizada próxima da sede
na costa leste da Igreja do Processo. De acordo com um artigo
no jornal inglês Midnite, um policial de Connecticut,
Michael Passaro, que tinha atendido ao caso de "suicídio"
informou que "cantos estranhos" tinham sido ouvidos
no bosque, a quatrocentos metros da mansão de Richards.
O
jornal continua, "Vários rituais satânicos
bizarros foram realizados na região nos últimos
cinco anos." Um repórter local atribuiu o crescimento
do ocultismo 'às pessoas ricas que estão tomando
ácido [gíria para LSD]'."
Em
1967, refletindo sua associação com Anger e
a Igreja do Processo, os Rolling Stones lançaram seu
primeiro álbum de Rock celebrando abertamente o Diabo,
chamado Their Satanic Majesties Request [As Majestades Satânicas
Deles Pedem]. Alguns meses antes, os Beatles tinham lançado
seu primeiro álbum dedicado à promoção
das drogas psicodélicas, Sargeant Pepper´s Lonely
Hearts Band Club. O álbum continha uma versão
fantasiosa do efeito ["a viagem"] do LSD, chamada
"Lucy in the Sky with Diamonds", ou L. S. D. O álbum
teve uma enorme vendagem.
Claramente,
o álbum dos Beatles foi dedicado ao satanista Aleister
Crowley. Ele foi lançado 20 anos após a morte
de Crowley, perto do dia do seu falecimento e a canção
título começava com a letra "Hoje, há
vinte anos atrás..." A foto de Crowley aparecia
na capa do álbum.
Um
mês após o lançamento do álbum,
os Beatles chocaram o mundo anunciando publicamente que estavam
tomando LSD regularmente. Paul McCartney, em uma entrevista
à revista Life disse, "O LSD abriu meus olhos.
Usamos somente a décima-parte da nossa mente."
Eles também defenderam a liberação da
maconha.
Agora
o gato estava fora da bolsa, não era mais segredo,
mas os protestos foram poucos e pequenos. Na Inglaterra, a
BBC baniu "A Day in the Life" e nos EUA, o governador
de Maryland, Spiro T. Agnew, que mais tarde se envolveria
no escândalo de Watergate, iniciou uma campanha para
banir a música "Lucy in the Sky With Diamond".
A
Música Rock e Aleister Crowley
Aleister
Crowley é, sem sombra de dúvida, o principal
"mestre" espiritual da música Rock. O propósito
de Crowley na vida era destruir Jesus Cristo e o cristianismo,
ao mesmo tempo em que exaltava as perversões sexuais,
as drogas, a magia e Satanás.
Aleister
Crowley expressa seu ódio a Jesus Cristo em The World´s
Tragedy [A Tragédia do Mundo]:
"Não
quero discutir as doutrinas de Jesus, elas e somente elas,
degradaram o mundo à sua condição atual.
Considero o cristianismo não somente a causa, mas também
o sintoma da escravidão." [Aleister Crowley, The
World´s Tragedy, pg XXXIX]
"Essa
religião que eles chamam de cristianismo; o diabo que
eles honram chamam de Deus. Aceito essas definições,
como um poeta faria, para ser inteligível à
sua época, e é o Deus e a religião deles
que EU ODEIO E VOU DESTRUIR." [Aleister Crowley, ibidem,
pg XXXI]
Na
introdução de The World´s Tragedy, Israel
Regardie diz: "Esse
longo e quase épico poema é um dos mais amargos
e cruéis desaforos ao cristianismo que eu já
li."
O
ensino mais famoso de Crowley, "Faze o que quiseres,
isso há de ser toda a lei" tornou-se o mantra
da revolução das drogas, perversões sexuais
e todo o anticristianismo dos anos 60. "Faça tudo
o que você quiser. Se for bom e der prazer, então
faça".
Os Beatles e Crowley
De
acordo com o The All Music Guide, o álbum Sargeant
Pepper, dos Beatles, "será para sempre conhecido
como a gravação que mudou o Rock & Roll.
A revista Time disse, "Sargeant Pepper estava encharcado
de drogas." [Time, 26/9/1967, pg 62]
A
capa do álbum mostrava os Beatles com um fundo formado
por pessoas que, de acordo com Ringo Starr "de quem gostamos
e que admiramos" [Hit Parade, outubro/1976, pg 14] Paul
McCartney falou sobre a capa do álbum, "... íamos
ter as fotos dos nossos heróis na parede..." [Musician,
Edição Especial para Colecionadores, Beatles
e The Rolling Stones, 1988, pg 12]
Um
dos heróis dos Beatles incluído na capa do álbum
Sargeant Pepper, era - o infame Aleister Crowley! A maior
parte das pessoas em 1967 não sabia quem era Crowley
- mas os Beatles certamente sabiam.
Aparentemente,
os Beatles encaravam os ensinos de Crowley com muita seriedade
- John Lennon, em uma entrevista, disse que "toda a idéia
dos Beatles" era o famoso ensino 'faze o que tu quiseres'
de Crowley.
"Toda
a idéia dos Beatles era faze tudo o que quiseres, certo?
Assumir suas próprias responsabilidades, fazer o que
quiser e tentar não prejudicar as outras pessoas, certo?
FAÇA O QUE QUISER, desde que não fira ninguém...
[Entrevista da revista Playboy com John Lennon e Yoko Ono,
David Sheff & G. Barry Golson, pg. 61]
"Eles
são totalmente anticristãos! Eu também
sou anticristão, mas eles são tão anticristãos
que me deixam chocados, o que não é uma coisa
fácil." - Derek Taylor, Assessor de Imprensa dos
Beatles [Saturday Evening Post, 8/8/1964]
"Jesus
El Pifico, um covarde fedorento, fascista, bastardo, comedor
de alho." [John Lennon, A Spaniard in the Works, pg 14]
"O
cristianismo vai acabar, vai diminir e desaparecer totalmente.
Não preciso discutir esse fato. Estou certo e o tempo
vai provar isso... Neste momento, somos mais famosos que Jesus."
[John Lennon, San Francisco Chronicle, 13/abril/1966, pg 26]
LED ZEPPELIN
Um
dos discípulos mais devotos de Crowley foi o guitarrista
do Led Zeppelin, Jimmy Page. Page comprou a "casa dos
horrores" de Crowley - Boleskine, situada no Lago Ness,
na Escócia. Boleskine era a casa onde Crowley realizava
sua "magia satânica", incluindo sacrifícios
de sangue. Crowley foi enterrado dentro de um câmara
escura em Boleskine. O ensino mais famoso de Crowley era "Faze
tu o que quiseres, isso será toda a lei". Page
inscreveu no vinil no terceiro álbum da banda, Led
Zeppelin III, "Faze tu o que quiseres. Assim seja."
Sem que as pessoas que assistiam aos seus concertos soubessem,
Jimmy Page realizava rituais aprendidos de Crowley durante
algumas apresentações da banda Led Zeppelin.
OZZY OSBOURNE
Ozzy Osbourne chamou Crowley de "fenômeno da sua
época" [Circus, 26/8/1980] Ele gravou uma música
em tributo a Crowley - Mister Crowley. A letra diz:
Você
enganou a todos com a magia
Você aguardou o chamado de Satanás....
Crowley,
não quer montar no meu cavalo branco?
Ozzy,
conhecido por seus atos violentos e incontroláveis
quando está no palco, confessou em uma entrevista:
"Realmente
gostaria de saber por que fiz algumas dessas coisas nesses
anos. Não sei se sou um médium para alguma força
de fora. Seja lá o que for, francamente, espero que
não seja o que penso que é: Satanás."
[Hit Parade, fevereiro de 1978, pg 24]
THE DOORS
Jim Morrison, o superastro do grupo The Doors, que morreu
"misteriosamente" em 3/julho/1971 estava profundamente
imerso no ocultismo. Ele e sua noiva casaram-se em uma cerimônia
na religião Wicca, de pé sobre um pentagrama
desenhado no chão e bebendo um o sangue do outro.
A capa de trás do álbum do The Doors, "13"
mostra o grupo reunido em volta de um busto de Aleister Crowley.
Morrison
admitia que Satanás era a fonte de sua música:
"Encontrei
o Espírito da Música.... Uma aparição
do diabo em um canal de Veneza. Correndo, eu vi um Satã
ou um Sátiro, movendo-se ao meu lado, uma sombra em
carne da minha mente secreta...." [The Lost Writings
de Jim Morrison, pg 36-38]
Ray
Manaxrek do The Doors, fala sobre Morrison:
"Ele
não era um ator; não era um apresentador; não
era um comediante. Era um xamã. Ele era possesso."
"Enquanto
Jim Morrison estava no Chateau Marmont, passou algumas noites
muito doidas com uma vizinha obesa e de seios grandes .....
certa vez acordando com os lençóis manchados
de sangue, após terem dividido taças de champanhe
contendo o sangue um do outro." [Pamela Des Barres, Rock
Bottom, pg 208]
Muitos
outros artistas da cena do Rock "estudaram" Crowley,
como: Marc Bolan, David Bowie, Graham Bond, Sting, Daryl Hall,
King Diamond, Bruce Dickinson, Siv Bators, etc.